Motivação sempre, desistir nunca #6 - As sete regras da vida!

Existem pessoas na nossa vida que não aparecem por acaso,
fazem-nos sorrir nos dias mais complicados
fazem-nos aceitar as coisas e pensar que vale a pena o esforço de ir para o ginásio e dar O TUDO.




E hoje dei com uma imagem que me fez voltar ao passado,
que me fez revoltar cá dentro a minha vida toda talvez,
as sete regras da vida!
Não sei por qual começar,
mas talvez por dizer que fazer psicoterapia é essencial num processo de reencontro, e num processo de perda peso.
Perder peso significa ter de aceitar um novo corpo,
ter de aceitar uma mudança nossa
ter de aceitar como os outros nos veem que não é certamente como nos vemos.
[será que temos de aceitar como os outros nos veem? Ou será que temos de deixar de pensar na forma como os outros olham para nós. Acho mais fácil o caminho ser deixar de nos preocuparmos sobre o que os outros acham de nós]
Fazer as pazes com o passado é fundamental: fechar gavetas abertas e abrir outras
é um passo para o presente correr muito melhor e é um pé direito no futuro.
É como chegar ao armário e deitar fora as calças de ganga nr 46 que ficam lá guardadas porque achamos que pode acontecer uma desgraça e o peso ser recuperado e ficar só com os nrs 36 e 38
[sim fiz isto só recentemente e acho que já devia ter feito há muito mais tempo]
é largar tudo.
Fazer as pazes com o passado do meu corpo é complicado,
fico muitas vezes zangada com ele
outras até brinco,
Mas aceitar que um dia tive quase três dígitos na balança e ela a olhar para mim e a criticar-me a toda a hora custa,
dói,
dá vontade de gritar,
dá vontade de fazer uma birra como as crianças nos supermercados que se mandam para o chão porque querem tudo e não querem nada e é apenas birra.
Hoje acho que já vou fazendo as pazes com o passado do meu corpo
e por isso acho que todos os dias me aceito um pouco melhor.
Sobre o que as pessoas pensam de mim?
Isso é um baú gigante que às vezes parece que está repleto de meias sem par todas juntas como os homens fazem quando dobram as meias e não encontram o par delas!
Vou no bom caminho confesso. 
Sinto que já consigo aceitar que as pessoas que ficam na nossa vida e que permanecem é porque tem de permanecer,
Muitas das vezes tinha vergonha de mim,
porque sabia perfeitamente que as pessoas olhavam para mim e viam uma gorda balofa,
uma baleia em mar alto,
eu sei lá… 
e canalizava isso no corpo, na altura na comida, com colheres de nutella.
Isto é muito trabalhado: pensar que aquilo que os outros pensam não me pode afetar.
Aquilo que pode afetar é aquilo que eu penso.
Aquelas pessoas que voam, é porque precisam da liberdade,
só quem passa por elas é que sente!
Realmente é mesmo verdade, somos responsáveis pela nossa felicidade
A forma como vemos a vida,
condiciona tudo
condiciona os gestos,
os sorrisos
os olhares tristes,
as criticas
e os motivos de orgulho.
Gostava de pensar como o meu pai pensava: a vida são dois dias e o carnaval três, mas as vezes não consigo. As rugas que tenho deixam transparecer o meu dramatismo nos mínimos problemas, que às vezes são agudizados quando a toco na campainha e digo “chega, não vale a pena mais”
Desde pequena que sou uma pessoa competitiva,
um pouco porque acho que sempre me senti comparada com os outros,
com as notas,
com o corpo
[eu acho, não acho tenho a certeza, que canalizo os meus problemas todos para o corpo, para o peso e para a balança],
Isto muda, tem de mudar, com o tempo vai lá,
mas o bichinho às vezes aparece, malvado, rude, zune nos meus ouvidos como uma melga, e eu tento matá-lo, não é fácil admito
O tempo cura tudo, isto não é verdade, o tempo ajuda, mas não cura,
O tempo deixa as cicatrizes, como as estrias, peles caídas que tentamos a todo o custo colocar no lugar, com injeções de cafeina e ácido hialurónico, com cremes,
é verdade o tempo ajuda não cura,
Deixa marcas nas fotografias do antes e do depois
Penso demasiado, penso em tudo, estou sempre a pensar, mas estou sempre a sorrir,



Realmente estas sete regras da vida dão que pensar

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